Em 2025, 1.177 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil: mais de mil histórias interrompidas pela violência de gênero. Esse número escancara que enfrentar o machismo, fortalecer redes de proteção e cobrar ações do Estado é urgente para que nenhuma mulher seja assassinada por ser quem é.

Esse dado do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025 (2015-2024) expõe o problema estrutural: pretas/pardas são 56% das mulheres, mas 68% das 14 mil+ assassinadas por gênero. Em 2024: 1.492 casos. 2025: aumento de 7% (1.075 só até setembro, 4 mulheres/dia). Racismo + machismo tornam negras periféricas/ jovens alvos prioritários da violência doméstica letal. 97% dos agressores: parceiros/ex. Falta proteção, justiça seletiva e subnotificação agravam tudo.

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Direitos da Mulher no Brasil: Uma Linha do Tempo das Conquistas

Ao longo da história, as mulheres brasileiras passaram por grandes desafios e lutaram por seus direitos civis, sociais e políticos. A seguir, destacamos os principais marcos legais e constitucionais que representam avanços fundamentais na luta pelos direitos das mulheres no Brasil.


Constituição Cidadã – 1988

A Constituição de 1988 marcou uma virada histórica na garantia dos direitos das mulheres. Entre os avanços, estão:

  • Garantia da igualdade de todos perante a lei, sem distinção de qualquer natureza.

  • Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações na vida civil, no trabalho e na família.

  • Extingue o desquite e o divórcio como causa para pedir anulação de casamento.

  • Garante à mulher o direito de permanecer com os filhos durante a amamentação em caso de prisão.

  • Proíbe a diferença de salário, admissão e função por motivo de sexo.

  • Licença de 120 dias à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário.

  • Assistência gratuita aos filhos desde o nascimento até os 6 anos em creches e pré-escolas.

  • Reconhece a união estável entre homem e mulher como entidade familiar.

  • A família pode ser formada por qualquer dos pais e seus filhos (família monoparental).

  • Direito da mulher à propriedade, independentemente do estado civil, na área urbana e rural.


Linha do Tempo dos Direitos da Mulher

1824 – Constituição do Império

  • Mulher não podia votar, nem ser eleita.

1827 – Lei Escolar do Império

  • Meninas só podiam ter aulas com professoras.

  • Ensino das meninas restrito às “prendas domésticas”.

  • Decreto imperial autoriza a matrícula de mulheres no curso superior (1881).

1891 – Constituição da República

  • Mulher não podia votar, nem ser eleita.

1916 – Código Civil

  • Mulher considerada incapaz. Devia ser tutelada pelo marido.

  • Proibida de exercer profissão fora de casa sem autorização do cônjuge.

  • Proibida de abrir conta no banco, de viajar sem autorização do marido ou de ter um comércio.

1932 – Código Eleitoral

  • Estabelece o voto secreto e feminino no Brasil.

  • O voto feminino é facultativo.

  • Mulher pode votar e ser eleita com autorização do marido.

  • Solteiras e viúvas podiam votar sem restrição.

1934 – Constituição

  • Consagra, pela primeira vez, o princípio da igualdade entre os sexos.

  • Proíbe diferenças de salários para um mesmo trabalho por motivo de sexo.

  • Elimina as restrições ao voto feminino do Código Eleitoral de 1932.

  • Garante assistência gratuita à gestante e licença maternidade de 3 meses após o parto através da Previdência Social.

1943 – Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT)

  • Proíbe trabalho noturno às mulheres e a presença delas na construção civil.

1962 – Estatuto da Mulher Casada (Lei 4.121)

  • Revoga normas discriminatórias do Código Civil de 1916.

  • Assegura o livre exercício da profissão à mulher casada.

  • Desobriga a mulher de adotar o sobrenome do marido.

1967 – Constituição

  • Reduz o prazo para aposentadoria feminina de 35 para 30 anos.

1977 – Lei do Divórcio

  • Põe fim à indissolubilidade do casamento.

  • Torna facultativa a adoção do sobrenome do marido.

  • O regime de bens passa a ser de comunhão parcial, se os nubentes nada declararem a respeito.

1988 – Constituição Cidadã

Principais Conquistas Femininas no Brasil Através dos Anos

Ao longo da história, as mulheres brasileiras conquistaram importantes avanços em direitos civis, políticos e sociais. Veja alguns marcos que transformaram a realidade feminina no país:


1910 — O primeiro partido político feminino é criado

O Partido Republicano Feminino (PRF) foi instituído no Rio de Janeiro, capital brasileira na época, reivindicando o direito ao voto e à emancipação feminina.


1932 — Mulheres conquistam o direito ao voto

Foi garantido às brasileiras o direito de votar a partir do Código Eleitoral de 1932, em decorrência das organizações de movimentos feministas no início do século XX.


2006 — Lei Maria da Penha é instituída

Uma das legislações mais populares do país, a Lei 11.340/06 foi sancionada para combater a violência contra a mulher. O apelido da norma faz alusão à farmacêutica Maria da Penha, vítima de dupla tentativa de feminicídio pelo marido, ocorrida 20 anos antes.


2015 — É sancionada a Lei do Feminicídio

A Constituição Federal reconhece, a partir da Lei 13.104/15, o assassinato de mulheres por serem mulheres como crime de homicídio qualificado.
O Brasil é considerado o 5º país no mundo com maior índice de feminicídios.


2018 — A importunação sexual feminina passa a ser considerada crime

Por meio da Lei 13.718/18, o assédio sexual e a prática de ato libidinoso sem consentimento passaram a ser considerados crimes no Brasil, com pena de 1 a 5 anos.


2019 — Número recorde de eleitas na Alesp

Foram eleitas 25 deputadas, o maior número desde 1995, o que representa um crescimento de 54% em comparação à legislatura anterior. No mesmo ano, a primeira mulher transexual foi eleita no Estado.

O PROJETO TEM COMO MISSÃO ATENDER
E ACOLHER AS MULHERES VÍTIMAS DE
QUALQUER VIOLÊNCIA, SEJA ELA FÍSICA,
SEXUAL, MORAL, PATRIMONIAL E/OU
PSICOLÓGICA.

 

O assédio moral no trabalho é caracterizado por condutas abusivas, repetitivas e prolongadas que ofendem a dignidade, integridade psíquica e/ou física da pessoa, podendo ocorrer entre colegas de trabalho, de superiores para subordinados ou vice-versa. . A Lei nº 14.457/2022 estabelece obrigações para empresas com CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio) implementarem canais de denúncia e ações de combate ao assédio, incluindo o moral. Além disso, o Código Penal prevê crimes como constrangimento ilegal e lesão corporal que podem ser aplicados em casos de assédio moral, e o artigo 146-A do Código Penal, ainda em discussão, visa tipificar o assédio moral como crime contra a liberdade pessoa.

01) Assembléias para deliberação dos acordos coletivos /convenção coletiva .

02) Convenção Coletiva , Acordo Coletivo e Dissídio Coletivo

03) Termo Aditivo à Convenção Coletiva, Acordo Coletivo.

04) Minuta sempre será entregue com antecedência aos trabalhadores.

05) Aceitamos a convenção coletiva ou acordo coletivo

06) Rejeitamos o acordo coletivo / convenção coletiva.

07) Como construir uma pauta de reivindicações em acordos coletivos / convenções coletivas

08) Reflexões sindicais/ manter ou não o sindicato dos trabalhadores.

09) Extinção da Sindical

10) Período de Oposição